Um problema técnico ou uma escolha de tecnologia pede olhar para processos, dados, acessos e custos em conjunto. A CW Labs organiza o diagnóstico, compara caminhos com prós e contras e registra o que a empresa pode decidir, inclusive quando não precisa construir nada.
ERP pronto ou sistema sob medida?Comparação de exemplo
Comparação antes de contratar · exemplo fictício
Alternativa 1Manter o sistema atualRevisar limites
Alternativa 2Adotar um ERP prontoAderência a validar
Alternativa 3Desenvolver sob medidaEscopo a definir
Processo
Mapear lacunas, retrabalho e exceções do fluxo.
Testar rotinas e exceções numa demonstração guiada.
Definir regras próprias, perfis e critérios de aceite.
Dados a migrar
Sem troca imediata; conferir qualidade e cópias existentes.
Mapear campos, duplicidades e histórico necessário.
Escolher fontes e planejar importação e conferência.
Integrações
Confirmar as ligações que a equipe usa hoje.
Confirmar conectores, APIs, limites e dependências.
Descrever sistemas, acessos e comportamento nas falhas.
Custos recorrentes
Levantar manutenção, infraestrutura e licenças vigentes.
Conferir licenças, usuários, módulos e suporte na proposta.
Identificar hospedagem, manutenção e serviços externos.
Alternativa 1
Manter o sistema atual
Revisar limites
Processo
Mapear lacunas, retrabalho e exceções do fluxo.
Dados a migrar
Sem troca imediata; conferir qualidade e cópias existentes.
Integrações
Confirmar as ligações que a equipe usa hoje.
Custos recorrentes
Levantar manutenção, infraestrutura e licenças vigentes.
Alternativa 2
Adotar um ERP pronto
Aderência a validar
Processo
Testar rotinas e exceções numa demonstração guiada.
Dados a migrar
Mapear campos, duplicidades e histórico necessário.
Integrações
Confirmar conectores, APIs, limites e dependências.
Custos recorrentes
Conferir licenças, usuários, módulos e suporte na proposta.
Alternativa 3
Desenvolver sob medida
Escopo a definir
Processo
Definir regras próprias, perfis e critérios de aceite.
Dados a migrar
Escolher fontes e planejar importação e conferência.
Integrações
Descrever sistemas, acessos e comportamento nas falhas.
Custos recorrentes
Identificar hospedagem, manutenção e serviços externos.
Exemplo ilustrativo com dados fictícios. Custos aparecem como categorias, sem valores; a comparação real depende do processo e das propostas analisadas.
Orçamento
Sob demanda, por escrito, depois da primeira conversa
Atendimento
Online, para todo o Brasil
Entrega
Diagnóstico e caminhos avaliados por escrito
O processo de hoje
Que problema a consultoria resolve?
Dois problemas que costumam andar juntos. O técnico, que trava a operação hoje: sistema fora do ar, integração que parou, lentidão, e-mail ou domínio com defeito. E o da decisão tomada no escuro: a empresa compra um sistema que não conversa com nada, paga por ferramentas que ninguém usa ou depende de um fornecedor que só ele entende.
A consultoria olha o conjunto: processos, sistemas, dados, acessos e custos. Depois mostra o que vale manter, o que vale trocar e por onde começar, por escrito.
Exemplo de processo · dados fictíciosUma escolha que cabe no processo
Rotina
Conferir um pedido de ponta a pontaExemplo de avaliação
Critério
Dados, acessos e integraçõesMesma régua para as opções
Decisão
Condições e dúvidas por escritoSem resposta pronta
Para quem é
Você reconhece algum destes sinais?
Falha sem causa clara
Um problema técnico trava a operação, e a causa ainda não foi identificada.
Decisão de sistema em aberto
A empresa precisa escolher um sistema e não tem critérios para comparar as opções.
Ferramentas sobrepostas
Há várias ferramentas pagas, mas pouca clareza sobre o papel de cada uma.
Permissões sem dono
Os acessos estão espalhados, e ninguém sabe quais permissões cada pessoa tem.
Proposta com pontos vagos
Uma proposta de fornecedor precisa ser avaliada antes da contratação.
Operação em expansão
A empresa cresceu, e a tecnologia precisa ser reavaliada.
Exemplos do que fazemos
Onde isso entra na prática
Sistema ou integração fora do ar
Escolha de ERP ou CRM
Avaliação de proposta de fornecedor
Mapa de sistemas e custos
Organização de acessos e senhas
Cópia de segurança e LGPD
Plano de tecnologia para o ano
O que você recebe e o que fica de fora?
O que você recebe
Combinado por escrito
Decisão em pauta
Definição do problema e das decisões que a equipe precisa tomar.
Decisão em pauta
Problema
Rotina não atendida
Opções
Atual, ERP ou sob medida
Critério
Processo e dependências
Exemplo de registro
Inventário atual
Mapa dos sistemas, ferramentas, custos informados e áreas que usam cada um.
Inventário atual
Ferramentas
Quem usa cada uma
Custos
Informados pela empresa
Exemplo de registro
Observações confirmadas
Pontos de risco e dependências que puderam ser conferidos nos acessos disponíveis.
Observações da análise
Confirmado
Com os acessos disponíveis
Pendente
Resposta do fornecedor
Exemplo de registro
Decisão por critérios
Quadro que organiza as opções e registra critérios, condições e pontos em aberto.
Despesas recorrentes
Custos recorrentes identificados nas propostas: licenças, usuários, suporte, hospedagem e serviços externos, sem valores presumidos.
Antes de contratar
Perguntas para avaliar sistemas e fornecedores antes da contratação.
Plano utilizável
Plano de decisão por escrito, que a empresa pode seguir com a equipe própria ou com o fornecedor que escolher.
Plano de decisão
Registrar
Condições e perguntas
Seguir
Com a equipe escolhida
Exemplo de registro
Do diagnóstico ao uso
Quais são as etapas e o que muda o prazo?
O prazo sai da primeira conversa, por escrito. O que mais pesa é o número de áreas e de sistemas envolvidos.
Registros que acompanham o projeto
Conversa inicialDecisão delimitada
ComparaçãoPropostas comparadas
AcompanhamentoPróximos passos documentados
Decisões e condições por escrito.
01
Conversa inicial
Definir o problema, a decisão em pauta e o que já se sabe sobre a operação.
Decisão delimitada
O que muda o prazo
Clareza da decisão e disponibilidade das pessoas que participam dela.
02
Levantamento
Conversar com quem usa e reunir sistemas, propostas, contratos e custos disponíveis.
Sistemas e custos mapeados
O que muda o prazo
Áreas envolvidas, acesso às informações e agenda da equipe.
03
Análise
Examinar processos, dados, integrações, riscos e dependências dos fornecedores.
Critérios combinados
O que muda o prazo
Qualidade da documentação e autorização para consultar cada fonte.
04
Comparação
Avaliar alternativas pelos mesmos critérios: processo, migração, integrações e custos recorrentes.
Propostas comparadas
O que muda o prazo
Número de opções, detalhe das propostas e respostas dos fornecedores.
05
Plano e apresentação
Registrar recomendação, condições, perguntas em aberto e próximos passos.
Pendências registradas
O que muda o prazo
Decisões pendentes e rodadas de ajuste solicitadas pela empresa.
06
Acompanhamento
Apoiar a decisão e a contratação conforme o escopo combinado.
Próximos passos documentados
O que muda o prazo
Código, suporte e acompanhamento variam conforme o projeto e são definidos em contrato.
Vamos olhar o seu caso
Qual decisão de tecnologia está em aberto?
Conte qual problema precisa ser resolvido e quais sistemas ou propostas estão na mesa. A conversa ajuda a delimitar o que precisa ser comparado.
Uma demonstração genérica não confirma aderência. Compare alternativas com tarefas, dados, integrações e itens de contrato que a equipe usa no dia a dia.
Processo
Mostre um fluxo real
Peça para percorrer uma rotina com suas exceções, perfis de acesso e informações que a equipe precisa consultar.
Rotina e exceções
Demonstração guiada
Dados
Confirme dados e integrações
Pergunte quais campos e históricos podem ser importados e quais conectores, APIs e limites serão usados.
Migração e conectores
Confirmar com o fornecedor
Contrato
Leia a conta recorrente
Confira usuários, módulos, suporte, hospedagem e serviços externos nas propostas e no contrato, sem comparar só uma mensalidade.
Itens recorrentes
Condições por escrito
Registre o que o fornecedor confirmou, o que depende de terceiros e quais respostas ainda precisam ser verificadas.
O diagnóstico também pode dizer não
Quando não vale a pena contratar consultoria?
O levantamento faz sentido quando existe uma decisão aberta e a equipe pode participar. A primeira conversa ajuda a delimitar essa necessidade.
Se este é o cenário
A decisão já foi tomada, e o que falta é executar.
Então o melhor caminho é
Definir o escopo de execução
Organizar a implementação com quem vai executar o trabalho.
Se este é o cenário
O problema é delimitado, e uma conversa esclarece o caminho.
Então o melhor caminho é
Esclarecer na primeira conversa
Tratar a dúvida delimitada antes de abrir um levantamento.
Se este é o cenário
A equipe não pode participar do levantamento.
Então o melhor caminho é
Preparar a participação da equipe
Reunir informações e responsáveis para um diagnóstico utilizável.
Se este é o cenário
A análise serviria apenas para confirmar uma escolha já fechada.
Então o melhor caminho é
Abrir espaço para comparar
Revisitar os critérios; a análise precisa poder apontar outro caminho.
Se este é o cenário
A necessidade é suporte contínuo de computadores e impressoras.
Então o melhor caminho é
Buscar suporte de mesa
Contratar o atendimento operacional compatível com computadores e impressoras.
Se uma conversa já for suficiente para esclarecer o próximo passo, a gente fala na primeira conversa.
Antes de começar
Perguntas sobre consultoria de TI
Escolha de sistema, custos recorrentes, migração de dados, proposta de fornecedor e limites do que a consultoria cobre.
O seu caso tem outro detalhe?
Conte a rotina, os sistemas e a dúvida que ficou. Uma pessoa da equipe responde e indica o próximo passo.
O orçamento é sob demanda. Ele depende das áreas, dos sistemas, das informações disponíveis e do acompanhamento solicitado. A proposta registra o escopo e o valor por escrito antes de começar. A empresa recebe a proposta para avaliar antes de autorizar qualquer etapa do trabalho.
Não. O plano é entregue por escrito e a empresa segue com quem preferir, inclusive com a própria equipe. A análise pode terminar com um diagnóstico, uma comparação de fornecedores ou próximos passos sem contratar desenvolvimento. Qualquer implementação posterior tem escopo separado e começa apenas com autorização.
Sim. A comparação considera o processo, os dados a migrar, as integrações, os custos recorrentes informados e as condições da proposta. Desenvolver sob medida só entra na análise quando houver uma necessidade que as opções prontas não cubram bem. A recomendação considera também o trabalho real de quem opera a ferramenta.
Usamos os mesmos critérios para cada alternativa: aderência às rotinas e exceções, dados que precisam ser migrados, integrações necessárias e custos recorrentes. A recomendação registra as lacunas e dependências; a escolha final é da empresa. O relatório mostra prós, limites e dependências que precisam ser confirmados.
Sim. A leitura aponta escopo vago, dependências, custos que precisam ser esclarecidos e perguntas para fazer antes de fechar. A análise se limita ao material e às informações que a empresa puder compartilhar. A empresa recebe uma lista objetiva de questões para negociar ou esclarecer.
A migração é analisada pelas fontes, campos, histórico necessário, duplicidades e forma de conferência. Para custos, levantamos as categorias que aparecem nas propostas, como licenças, usuários, módulos, suporte, hospedagem e serviços externos; não presumimos valores que não foram informados. O resultado registra hipóteses e pendências para não tratar estimativas como fatos.
Inclui o lado técnico: onde ficam os dados, quem pode acessá-los e como são feitas as cópias de segurança, conforme as informações disponíveis. Parecer jurídico e definição de obrigações legais ficam com um advogado. A análise técnica se limita à informação disponível e não substitui parecer jurídico.
A consultoria pode diagnosticar uma falha e indicar o que está dentro da área da equipe ou depende de outro fornecedor. Correção, acessos e continuidade de suporte precisam constar no escopo definido para o caso. A proposta define se a CW apenas orienta ou também executa uma correção.
Um plano por escrito com diagnóstico, alternativas, critérios, riscos verificados, pendências e próximos passos. O conteúdo depende do objetivo da consultoria e das informações que puderem ser analisadas. A empresa pode usar esse material para comparar fornecedores e decidir próximos passos.
Ajuda reunir a descrição da rotina, a lista de sistemas, as propostas e custos disponíveis, além de indicar quem usa cada ferramenta e quem decide. A consultoria confirma no início quais acessos e documentos são necessários para aquele caso. Envie apenas documentos que possa compartilhar com a equipe.
A consultoria registra a decisão e o caminho sugerido; desenvolvimento é um escopo separado. Quando um projeto contratado entrega um sistema, ele acompanha manual detalhado para o operador e treinamento da equipe. O cliente pode escolher outro fornecedor, e a consultoria não condiciona essa escolha.
Propriedade e acesso ao código, suporte e acompanhamento variam conforme o projeto e são definidos em contrato. A proposta esclarece se a consultoria termina com o plano ou inclui apoio posterior. Os canais de atendimento, limites e responsáveis ficam claros no documento.
Consultoria de TI
Qual problema de tecnologia está travando a sua empresa?
Conte o que está acontecendo ou o que precisa ser decidido. A conversa ajuda a decidir se já dá para encaminhar o próximo passo ou se vale um diagnóstico.